Depois de mais noticias pouco encorajadoras, sobre a Economia Portuguesa e Europeia, com todas as consequências que isso vai acarretar a breve e médio trecho, eis-nos que vamos iniciar uma semana com outros condimentos na Península Ibérica.
Primeiro e na próxima terça-feira, por terras da África do Sul, na “bem abençoada” Cidade do Cabo, para os Portugueses, os nossos Navegadores, imbuídos da garra Lusitana, vão tentar levar de vencida a selecção de Vicente Del Bosque.
A Espanha como sempre e em qualquer sector no duelo ibérico, é teoricamente a aposta para sair a vencer, só que, diz-nos a nossa história e a deles, que em momentos decisivos e cruciais, a alma portuguesa transfigura-se e eleva-se a um patamar que inebria e ofusca a sobranceria Castelhana, levando-os a saborear a dor da derrota no seu orgulho despropositado e sem nexo.
No dia seguinte é a vez de outro duelo. Um duelo com outros contornos, muito mais importante. Dele irão depender, a forma com uma das grandes empresas nacionais se vai posicionar no mercado brasileiro e, quiçá no próprio território Nacional. Mas, representa muito mais do que isso, sem que a grande maioria dos portugueses o tenha entendido. Representa a forma como nos tempos modernos Portugal e os Portugueses, conseguirão “coagular” o princípio da investida económica de Espanha visando paulatinamente o controle da capacidade decisiva Nacional. Numa vitória de Madrid, seguir-se-ão inevitavelmente outras empresas de topo portuguesas.
Em ambas as contendas, vamos ver se os Portugueses ainda têm jeito, capacidade e força para pegar numa pá de forno.




