domingo, 17 de fevereiro de 2019

E-sports

Sporting Clube de Cuba E-sports vs Botafogo

Que os jogos electrónicos estão na moda, não é novidade para ninguém. Nem para mim. Acontece que não me dou lá muito bem com esta moda e provavelmente serei dos poucos que vê entrar um ano após o outro, e que na maioria dos anos nem um minuto de jogo tem no seu currículo. 

Não sei porque carga de água, mas ao fim de 10, 15 minutos a jogar um qualquer jogo electrónico, fico logo aborrecido. Assim, remédio Santo. Não Jogo.

Acontece que, há cerca de 1 ano e por intermédio do meu amigo Ricardo, grande entusiasta deste tipo de Jogos, comecei a olhar para este fenómeno e particularmente para os E-sports (retirando do âmbito da minha análise a viciação que este tipo de jogos influi. A viciação, nunca deve ser menosprezada, mas não cabe neste post a sua análise), de uma forma mais aberta tentando compreender sem qualquer carácter nefasto e pejorativo este tipo de Jogos e em concreto o Jogo “Fifa 2019”. 

A verdade e atendendo à forma quase perfeita dos “bonecos” e ao cumprimentos das regras de Jogo, que me induzem precisamente o mesmo vivenciar e magia de um Jogo de Futebol Físico, passei a seguir o nosso clube, o Sporting Clube de Cuba E-sports  e a vibrar com a mesma pujança e entusiasmo com os golos de mestria do meu amigo Ricardo e companheiros bem como a dar aso à minha alegria ou tristeza consoante as vitórias e derrotas do Clube. 

Depressa percebi que este fenómeno veio para ficar. Com o aperfeiçoar constante da tecnologia “as 4 linhas” de um campo virtual, mostram desferir o mesmo grau de vivência emocional  sentido num jogo real. Ou não será que já estamos perante um Jogo real, num mundo de inegável e inevitável realidade virtual. 

Deixo-vos o convite de assistirem aos Jogos do Sporting Clube de Cuba E-Sports, no link que se segue:

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

DIA MUNDIAL DA RÁDIO 

Hoje celebra-se o Dia Mundial da Rádio. E eu vivo Rádio.

Desde muito novo, que a Rádio faz parte de mim. Logo pela manhã ouvia Rádio. Há noite trocava a televisão pela Rádio.

Nos fins-de semana e nas Férias, no desenvolvimento de tarefas de natureza física, a Rádio acompanhava-me de manhã à noite.

Comecei a imitar os locutores de Rádio, a inventar reportagens, a querer ser jornalista e trabalhar na Rádio.

Mas como diz a música, o meu país não quis. Não esqueci a Rádio.

Assim que pude fiz-me à vida e lancei o “corpo ao manifesto”. Fiz-me eleger para a Associação de Estudantes da minha Universidade, para coordenar a secção de Jornalismo. Obviamente com o objectivo de propôr um programa de Rádio para a Associação. 

Em 1993 sem nunca ter tocado num microfone ou mesa de mistura, mas a respirar Rádio, estava a fazer um programa de Rádio semanal de duas horas, na Rádio Diana em Évora. O saudoso “UE NOSSA”.

De lá para cá surgiu o “Agora Profissional”, na Rádio Vidigueira. Esteve no “Ar”, mais de 10 anos. Em simultâneo fui fazendo na mesma Estação Emissora o “Ágora Fm”, o “Pontos de Vista”, e um outro programa em que era moderador politico, de que não me recordo do nome.

Passei para a Rádio Pax (Beja), onde fiz o “EPC Apontamentos”, e em simultâneo o “3 Dedos de Conversa” e a rubrica “Naturalmente Falando”.

Seguiu-se a Rádio Voz da Planície também em Beja, onde dei corpo e alma ao “Ser EPC”.
Por opção e cansaço, desde Junho de 2018, que não faço Rádio, mas continuo a não viver sem a Rádio.

Deixo-vos uma Conversa que que tive muito recentemente com uma das grandes figuras da Rádio Portuguesa, o locutor José Candeias, na Antena 1, e que foi lançada hoje, em versão vídeo.


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

If I Were a Refugee


No último Post deixei um texto para este filme. Hoje fica o filme em Inglês.

Podem ainda ver este filme no seguinte endereço, onde já leva mais de 1200 visualizações: https://www.facebook.com/eprofcuba/videos/333144630631589/?epa=SEARCH_BOX

domingo, 13 de janeiro de 2019

E SE EU FOSSE UM REFUGIADO

Foto: Samuel Patrocínio

Não queria deixar para trás o meu mundo, e deixei,
Não queria atravessar o Mediterrâneo na penumbra da noite, numa valsa apinhada de miseráveis como eu, e atravessei,
Não queria ver o meu filho perder a vida numa praia da Europa, e vi,
Não queria que me colocassem num campo de refugiados, e colocaram,
Não queria que me olhassem com desconfiança, e olharam,
Só queria correr livre,
Livre, como tu.

O Primeiro Post de 2019 do “Palavras sem Jeito”, é dedicado a todo o Ser Humano. 

Nota: Escrevi este texto, para um pequeno trabalho audiovisual, inserido num projeto internacional Erasmus, dedicado à temática dos Refugiados.
 

sábado, 22 de dezembro de 2018

UM SANTO E FELIZ NATAL

Desejo a Todos os  Amigos do "Palavras sem Jeito",  Um Santo e Feliz Natal.
Deixo-vos como presente o filme "Contos de Esperança", onde participo como João. Vejam e partilhem.  
 
https://www.facebook.com/eprofcuba/videos/2735281529831567/


quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Quem se acobarda “leva no lombo”
 Paris
Foto: Samuel Patrocínio / Dispositivo: Telemóvel

Na última edição do Jornal “Sol”, em primeira página,  lê-se num dos títulos que,  “Qualquer Dia o Povo Revolta-se e Tem Toda a Razão”, atribuindo a afirmação a Pedro Santana Lopes.

Hoje titulam alguns jornais que os Portugueses pagam na Electricidade três vezes mais em Impostos do que os Espanhóis.  

Há dias já os jornais tinham referenciado, a imensa carga de impostos que pagamos nos combustíveis e as televisões mostraram como era possível comprar gás de botija em Espanha a metade do preço.

Estive a semana passada quatro dias em França na região de Paris em lazer.  Acompanhei pelas televisões locais a “revolta” dos “Gilets Jaunes” ou em Português, dos “Coletes Amarelos” e percebi que tinham o apoio da grande maioria da população Francesa, fala-se em mais de 74% dos Franceses.

Santana Lopes e a restante classe política Portuguesa, sabe como eu sei, e como todos os Portugueses sabem, que os Portugueses falam, falam, mas não batem

Os políticos Portugueses sabem de forma minuciosa  o Povo que têm. 

Sabem que o Povo “Aguenta”, todas as Taxas, Taxinhas e Impostos, que se lembrem de inventar, sem que ninguém se limite a esboçar um mínimo gesto simulador de qualquer atitude hostil.

Os Portugueses comem e calam.   

Os Franceses lutam e colocam os seus Políticos na “corda bamba”. Não aceitam mais impostos sobre os combustíveis. Macron não entendeu de imediato o alcance e o poder dos “Coletes Amarelos”, ou seja do Povo, e reagiu com sobranceria. Não está em Portugal. Pagou e vai pagar por isso.  Ontem, em jeito de volte face e “com o rabo entre as pernas”, já veio admitir rever o preço dos combustíveis.

Quem luta pode alcançar. Quem se acobarda “leva no lombo”.