quarta-feira, 6 de setembro de 2017

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

FORÇA PEDRO


Quero deixar ao Pedro, um grande abraço, e que rapidamente consiga restabelecer a sua saúde, nesta luta que está a travar pela vida.  O Pedro foi meu ex-aluno. O Pedro é forcado, e foi gravemente colhido, no passado Sábado na Feira Anual de Cuba.

Para Cuba, um forte abraço amigo.

domingo, 20 de agosto de 2017

Coronilla valentina subsp. glauca (L.)
LEGUMINOSAE

Nome Comum:        Pascoínha; Bastarda; Coronila; Sena
Origem:                     Sul da Europa
Habitat:                      Matos e bermas de caminhos
Em Portugal:            Espontânea e cultivada em todo o país
Clima:                        Mediterrânico
Solo:                          Calcário
Altura:                        1,0 – 1,5 m
Diâmetro:                  1,0 – 1,5 m
Época de Floração: Primavera
Exposição Solar:     Soalheira
Propagação:            Semente
Crescimento:           Médio

Característica:          Arbusto de forma arredondada, ligeiramente ramificado com ramos glabros de secção angulosa, finos, flexíveis e erectos ou um pouco flectidos; folhagem densa.

Folha:                        Glauca, composta imparapinulada, com 5 a 7 folíolos obovados e truncados ou muito obtusos. 

Flor:                           Inflorescência axilar, com flores papilionáceas amarelas- vivo e muito odorífera, disposta em umbela.

Fruto:                         Vagem muito pequena. Sem grande interesse ornamental.

Utilização Paisagística: Taludes, jardins, parques e áreas residuais.

Obs:                           O termo Coronilla, surge do Latim Coronil-la e significa “ pequenos arranjos de flores”. Denomina-se Pascoínha por florir na altura da Páscoa, sendo muito apreciada nesta quadra. 


A Sul do Tejo:          A Coronilla valentina subsp. glauca, é um arbusto relativamente utilizado em Espaços Verdes nesta Região. Encontra-se em jardins, parques e áreas residuais. Aparece quase sempre isolada.
                          Sendo a Pascoínha, uma planta autóctone, quando comparada com espécimes em espaços onde é notório manutenção, estas aparentam menor porte e menor consistência nos ramos, provavelmente em consequência de regas regulares, que este arbusto dispensa.
                          A Pascoínha, é um arbusto de grande valor ornamental, não só devido à sua forma e porte, como à  coloração glauca das suas folhas, mas essencialmente à sua magnífica floração, que cria uma ambiência de alguma sumptuosidade, que confere uma outra dimensão aos Espaços Verdes.