
segunda-feira, 18 de abril de 2011
" 3 DEDOS DE CONVERSA" COM NICOLA DI NUNZIO

sábado, 2 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
E, ASSIM, VAI PORTUGAL

Não o vou fazer, ou por outra, se calhar até vou, se no texto abaixo se conseguir arranjar algum termo de correspondência entre o que vou narrar e a situação actual de Portugal.
As próximas palavras são denunciadoras de um quadro visual, que me deixou perplexo, na passada sexta-feira, dia 25 de Março.
Às Sextas-feiras por volta das 19/20 horas, e no sentido de descomprimir, da “stress” psíquico, específico das minhas funções de trabalho, gosta ou de dar uma “voltinha”, pela urbe, ou apenas ficar relaxadamente dentro do carro, a ouvir o programa “Contraditório” da Antena 1, enquanto observo/contemplo o vaivém quase contínuo de gente (que felizmente a minha rua tem, neste Alentejo, em que gente é mais do que uma bênção).
Nesta última Sexta-feira, deparei-me com um cenário, que para uns pode ser uma trivialidade, mas que a mim, confessamente me chocou e, não me importo de me chamarem demasiadamente conservador, ou e se quiserem qualquer epiteto que vos venha à cabeça.
No lado oposto da rua onde me encontrava, a ouvir o “Contraditório” vejo passar duas raparigas na casa dos seus onze, doze anos, numa posse a desfilar o adulto, levando cada uma na mão, um cigarro que num ritmo acelerado devoravam efusivamente.
Pensei que devia intervir e chamar à razão das petizes, mas cobardemente, mantive-me sereno, a escutar o desfilar das opiniões sobre como será o desenrolar das próximas eleições, possíveis cenários pós-eleitorais… e, assim, vai Portugal.
Cada um que julgue por si.
domingo, 13 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
"3 dedos de conversa" com Luís Pedro D´Argent
Para escutar
domingo, 27 de fevereiro de 2011
"3 dedos de conversa" com Manuel Carvalho
domingo, 20 de fevereiro de 2011
NÍVEIS DE EXISTÊNCIA
Foto: Imagem retirada da Internet / Sem indicação do AutorCircunscrevendo, a nossa existência ao corpo físico e à sua alma/espírito, o que se passa depois da morte do corpo físico, é um enigma que o Ser Humano não sabe responder relativamente ao termo ou continuidade da sua existência. Se para uns a alma/espírito morre com o corpo e tudo acaba, para outros a alma/espírito (em diversas versões e crenças) não desaparece com o termo físico do corpo. Seja como for, provavelmente para a grande maioria, a dúvida é a única certeza.
Entrando numa dimensão mais pessoal do tema, considero que o corpo físico é tão somente o espaço que alberga, ajuda a manter e desenvolver (corpo são em mente sã), a nossa alma/espírito, intuído como sendo igualmente o nosso nível de consciência – nível Mental, que pode ao longo da nossa vida sofrer alterações quer num sentido de atingir patamares visando a excelência (com o intuito de focalizar uma dimensão suprema que inclui não apenas conhecimento, mas também valores de natureza humana visando a perfeição), nunca atingível, quer em sentido inverso, em consequência de episódios de vida, que influem nesse sentido. Não esqueço que na construção da nossa existência, somos moldados por factores culturais, incluindo religiosos, forma como somos educados, valores aduzidos, conhecimentos adquiridos ao longo da vida e também factores emocionais que são absolutamente determinantes. Por outras palavras, para mim a nossa existência, ocorre no nível Mental, Emocional e Físico, tal como advoga o Prof. Vithoulkas, havendo interacções de influência entre os três níveis de Existência, sendo que se o nível Físico (como se vê no exemplo em baixo descrito) for atingido, poderá não afectar o nível Emocional e Mental. Contudo quando o nível Mental é atingido, as repercussões são visíveis ao nível Físico e Emocional. Quando é atingido o nível Emocional, haverá consequências ao nível Físico, podendo não as haver ao nível Mental.



