domingo, 18 de junho de 2017

RECOMEÇARAM OS ATENTADOS TERRORISTAS EM PORTUGAL

DE LUTO

Recomeçaram os Atentados Terroristas em Portugal. É assim todos os anos.

É assim todos os anos e parece que nunca aprendemos as lições do ano anterior.

Portugal está a arder, de Norte a Sul. 

E, ao que tudo leva a crer a grande maioria dos incêndios têm origem em fogo posto. Por outras palavras, são Terroristas que colocam fogo à floresta, pondo em risco a vida e os bens de outros. 

Sim, são terroristas, porque provocam o terror e a morte entre os bombeiros e as populações.

Neste momento em que escrevo este Post, tenho o coração tolhido pela dor. 

PORTUGAL ESTÁ DE LUTO

Em Pedrogão Grande acabam de falecer 19 pessoas, num incêndio em que ainda se desconhecem as origens. Espero pelo menos que não tenha sido um Incêndio Terrorista. Mas há também feridos, desaparecidos, casas e carros queimados. Um país em dor.

Às famílias enlutadas deixo os meus sentidos Pêsames.

Orem por Portugal.

Em Baixo, fica um link, que mostra bem a dor de Portugal.
http://www.sabado.pt/fotografias/detalhe/o-incendio-em-pedrogao-grande

Actualização:
As Autoridades atribuíram a causa deste incêndio a fenómenos naturais, designados por trovoada seca. 

No meio do mal pelo menos este incêndio não teve causa Terrorista.

sábado, 10 de junho de 2017

SUPERAÇÃO / Luiz Cietto

Foto: Samuel Patrocínio

Quero-vos deixar hoje, com um exemplo real de superação.

Uma história verdadeira.  A Historia de um menino de rua, que se tornou num dos maiores professores universitários do Brasil. A história do Professor Doutor Luiz Cietto.

E, porque “uma imagem vale mais do que mil palavras”, deixo-vos a história, sem mais palavras, porque por muitas palavras que possa acrescentar, nunca chegarão as  palavras que o filme tem para contar.

Link para o filme:  https://www.youtube.com/watch?v=SQS-G7VUTFA





quinta-feira, 8 de junho de 2017

O  Exemplo de Theresa May



Hoje o Reino Unido foi a votos. Foi a votos embrenhado na raiva de lutar contra um inimigo cruel, que apenas se mostra com o único motivo de fazer dor, criar a desconfiança e acabar com a forma livre, de homens livres pensarem, actuarem e viverem livremente.

Mas não é de Terrorismo, que vos quero falar neste post. Falarei num outro.

Quero-vos falar do exemplo que a primeira-ministra Inglesa, deu a alguns líderes mundiais. Reformulo a frase, poderá ter dado a alguns líderes mundiais. Digo, poderá, porque alguns desses líderes, possuem uma concepção política arreigada na tacanhez intelectual, no esvaziamento ético, e na profusão da sobranceria, da arrogância, da maldade, e da estupidez… (isto apenas para abreviar os adjectivos, com que os poderia epitetar), que muito provavelmente nem terão amplitude para perceberem o alcance da lição de May.

Theresa May, recebeu de mão beijada, o cargo de primeira-ministra, após o desaire na votação, imposta por David Cameron (também ele conhecedor das regras da Democracia, e que delas tirou as devidas ilações),  que deu inicio ao Brexit. 

Legitimamente poderia ter continuado no seu cargo, até à data legal das próximas eleições. Não o quis. Pediu eleições antecipadas. Quis adquirir legitimidade popular, coisa que esses líderes mentecaptos não sabem o que é. 

Sujeitou-se a sufrágio, podendo como em todos os actos eleitorais, perder a sua cadeira no número 10, da Downing Street. Mas impôs, legitimar o seu cargo  ouvindo a Voz do Povo. Recebendo do Povo, a confiança para governar.

Mostrou que a democracia que se vive nalguns países, particularmente no espaço geográfico europeu, apesar de grandemente imperfeita, ainda é em quaisquer circunstâncias, a única resposta “perfeita” que permite ter  homens livres, a pensarem, actuarem e viverem livremente. 

p.s:                       
a) - À data de conclusão deste texto, May, ganhou as eleições. Desconheço porém, se terá no Parlamento condições para governar.

b) – Muitos dirão que May, pediu eleições antecipadas por pura estratégia política. E, terão certamente razão. Acontece porém que essa é uma das regras da Democracia e outra é que nenhuma eleição se considera vencida até à contagem final dos votos. Ir a eleições é sempre um mérito. Fugir de eleições é uma covardia.